Na ausência de Gibelé, a mítica camisola número 7 da seleção angolana ganha um novo protagonista.
Milson assume a responsabilidade de vestir um número carregado de história e simbolismo, associado à criatividade, velocidade e capacidade de decidir jogos.
A escolha reflete a confiança da equipa técnica no talento e na maturidade do jogador, que terá agora a missão de honrar um dos números mais emblemáticos do futebol nacional.
Manuel Benson, por sua vez, herda a camisola 14, um número que tradicionalmente representa versatilidade e inteligência tática. Com a sua qualidade técnica, visão de jogo e capacidade de desequilibrar no um-contra-um, Benson surge como uma peça-chave no esquema ofensivo dos Palancas Negras, trazendo dinamismo e soluções criativas ao setor atacante.
Já Ary Papel mantém a habitual camisola 11, reforçando a sua identidade e estatuto dentro da seleção.
O número simboliza continuidade, confiança e liderança, espelhando o percurso consistente do jogador ao serviço de Angola. Com experiência e entrega, Ary Papel continua a ser uma referência no balneário e dentro das quatro linhas, assumindo um papel fundamental na busca por bons resultados e afirmações internacionais.


